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Estudo Cromático Para o Azul - Primeiro lançamento de um balão meteorológico para a estratosfera

Este projecto tem como ponto de partida o estudo dos possíveis tons da cor do céu quando observado em altitudes compreendidas entre os 0m e os 33.000m em relação ao nível do mar. Imaginemos que nos encontramos numa planície ao nível do mar num dia sem nuvens, olhamos para cima e vemos o céu, com o seu tom azul característico. Agora imaginemos que estamos na mesma planície, mas dentro de um balão de gás hélio com capacidade de ascensão de 38.000m. A medida que o balão ganha altitude a atmosfera torna-se rarefeita, a diminuição na concentração de moléculas da atmosfera tem efeito directo no espectro visível da luz, fazendo com que o azul fique mais escuro a medida que estamos a subir. Quando chegamos finalmente aos 38.000m olhamos novamente para cima, agora o céu azul agora é negro... Entre os 0m e os 38.000m existem infinitos tons de azul possíveis, é este o ponto de partida desta pesquisa, o registo dos tons de azul existentes nestes intervalos de altitudes.

 

Previsão de Deriva

O que aconteceria se eu, estando numa ilha a 7 milhas náuticas da costa, entrasse numa balsa de sobrevivência sem remos, velas ou qualquer outro meio de controle de direção?! Quanto tempo levariam as correntes e os ventos a trazer-me de volta a terra?! Será que eu chegaria a terra?! Ou melhor, será que eu suportaria a viagem?! Estas questões são o ponto de partida para este este projeto, questões que são apenas o início de um percurso com destino desconhecido. 

 

Residência MAMAM 2014

Making off da residência artística realizada no MAMAM no Pátio em entre Julho e Agosto de 2014. 

 

Livro Azores

Livro de Artista com edição de 100 exemplares, 24x30cm, feitos à mão, numerados e assinados.
O livro vem em caixa de cartão, contém um texto de Eder Chiodetto (em Português/Inglês) e uma prova impressa em papel fine art Baryta, 23x29cm, numerada e assinada.

 

Entrevista com Márcio Vilela e Fátima Mota

Entrevista com o artista Márcio Vilela e galerista Fátima Mota no programa Açores Hoje, da RTP Açores, emitido em 31 de Janeiro de 2014. Nesta entrevista o artista fala sobre a exposição "Azores" e apresenta o livro de artista editado no seguimento deste trabalho. 

 

Mono

Mono surge no contexto de uma residência artística do artista no Carpe Diem – Arte e Pesquisa que teve uma duração de cerca de dois anos. A peça nasceu de um encontro e construiu-se através do lugar e da sua apropriação ao longo do tempo. Houve uma relação empática e emocional com o local que o fizeram regressar repetidamente e, foi nesta repetição, nesta quase obsessão, que a ligação aumentou, tornando-o num lugar que o integra e ao mesmo tempo lhe pertence. Este título de propriedade permitiu que o artista se tornasse também um agente transformador, intervindo na peça, aperfeiçoando-a. Este processo, em que o tempo e o inesperado se aliam ao rigor e racionalismo da técnica, iniciou uma metamorfose fisíca, geográfica e conceptual do lugar.